O Essencial para formalizar seu negócio de impacto
Esta aula aborda a formatação jurídica, etapa estratégica para a formalização de seu empreendimento social como Pessoa Jurídica. Você aprenderá a importância da credibilidade para acessar investimentos e editais. Serão detalhadas as nuances de negócios com ou sem fins lucrativos, com o exemplo do Clube Social Pertence (faturamento via mensalidades) e do Instituto Social Pertence (OSC, via doações/incentivos fiscais), trazidos por Victor Freiberg. Abordará os riscos de não formalizar ou escolher a natureza jurídica inadequada, como a perda de acesso a recursos e projetos.
Este conteúdo é fundamental para legalizar seu empreendimento e garantir sua sustentabilidade e acesso a financiamentos e parcerias. Ao compreender as diferentes naturezas jurídicas e a formalização (com apoio de contadores e advogados), você estará apto a tomar decisões estratégicas para assegurar o impacto e a longevidade de sua iniciativa.
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36 respostas a “Live 6 | Oportunidades de mercado no empreendedorismo social”
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Achei muito esclarecedor entender as diferentes formas jurídicas para empreendimentos sociais. A explicação foi direta e ajudou a ver a importância de escolher o enquadramento certo para garantir credibilidade e sustentabilidade no projeto.
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Ter o olhar atento para olhar o problema e trazer a solução. Eu tive meu primeiro encontro com pessoas com deficiências a mais de 20 anos atrás na APAE de minha cidade.
A importância de legalizar o empreendimento e garantir a sustentabilidade é o grande objetivo. -
O Victor esclarece muito as dúvidas sobre estas questões burocráticas e sobre a organização de um empreendedorismo e esta parte chama muito atenção, pois o fato de aprender ao longo do caminho é o que assusta, eu como empreendedora queria que tudo já começasse com perfeição e ouvindo ele aprendi que o erro faz parte e o caminho é o aprendizado.
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Muito interessante esta visão de ter a empresa em conjunto com a OSC. Dá para abrir 2 linhas de oportunidade. Gostei
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Esse vídeo deixa claro que formalização é estratégia, não burocracia. Sem ela, mesmo um negócio social bem estruturado corre risco de ficar limitado em recursos e oportunidades.
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O exemplo de Victor Freiberg com o Clube Social Pertence (que gera receita com mensalidades) e o Instituto Social Pertence (que capta via doações) ilustra perfeitamente as nuances de se escolher a natureza jurídica certa, com ou sem fins lucrativos. Não formalizar a empresa ou escolher o modelo errado pode significar a perda de acesso a recursos e parcerias estratégicas, algo que impediria a nossa missão de conectar escolas a empresas e investidores. A formalização é a base para transformar ideias em negócios reais e sustentáveis.
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Parabéns ao Victor Freiberg pela iniciativa. \Obrigada por compartilhar tanto conhecimento, precisamos de ajuda nessa etapa
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Ele transformou a paixão dele em 2 negócios, o primeiro OSCIP e o segundo em uma empresa de impacto social com fins lucrativos, muito bacana! Esses exemplos nos inspiram e nos dão vários insight sobre nossas iniciativas e jornada empreendedoras.
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Inspirador!
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Aqui percebemos como entender a formalização jurídica é essencial para garantir credibilidade, acesso a recursos e sustentabilidade do projeto. Estamos crescendo a cada conteudo.
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A fala do Victor mostrou que a formatação jurídica é um pilar estratégico: define credibilidade, acesso a editais e sustentabilidade. O exemplo do Clube Social Pertence e do Instituto Social Pertence ilustra bem como o modelo certo abre portas, enquanto a escolha inadequada pode limitar o impacto e os recursos.
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Esta visão de ter a empresa social em conjunto com uma OSC para ampliar as oportunidade
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Inspirador.
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dar um CNPJ para o seu projeto não é só burocracia, mas um passo super importante para o negócio. É isso que faz as pessoas confiarem no seu trabalho e abre as portas para conseguir grana e parcerias.
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O caso do Clube Social Pertence e do Instituto Social Pertence mostra bem que a formalização não precisa ser uma escolha única — às vezes o negócio de impacto e a captação filantrópica funcionam melhor como duas estruturas separadas, cada uma com sua fonte de receita natural. O risco de perder acesso a recursos por escolha jurídica errada também reforça que essa decisão vale conversa com contador antes, não depois.
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Achei útil separar os dois casos: Clube e Instituto Pertence não competem, cada um capta de um jeito (mensalidade de um lado, doação/incentivo do outro) e junto cobre o que separado não cobriria. Faz sentido pensar assim antes de formalizar qualquer coisa — errar aqui não é só perder tempo, é perder acesso a edital e financiamento depois.
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Este conteúdo reforça que a formalização jurídica também é uma forma de alinhar propósito e estratégia. Um empreendimento social precisa compreender que a escolha do modelo de atuação influencia diretamente sua capacidade de gerar impacto, pois define caminhos para sustentabilidade financeira, relacionamento com parceiros e acesso a diferentes fontes de recursos.
O exemplo apresentado demonstra que não existe uma única estrutura ideal: o formato mais adequado depende da missão, do público beneficiado e da forma como a transformação será construída. Na minha visão, a maturidade de um negócio de impacto está justamente em equilibrar causa e gestão, garantindo que a intenção de transformar vidas esteja acompanhada de planejamento, organização e visão de longo prazo.
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Esta aula reforçou que a escolha da natureza jurídica deve refletir o propósito e o modelo de negócio do empreendimento. Para a nossa startup, compreender essas possibilidades é fundamental para acessar editais, estabelecer parcerias e construir uma organização sustentável, capaz de ampliar seu impacto socioambiental.
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A busca de novas habilidades e a nossa adaptação como ser humano são sempre fundamentais para sobrevivermos e fazer a nossa empresa mudar e crescer sempre. Essa fala das habilidades, colocada pelo Victor, é importantíssima. Quanto à formalização, fui orientada desde o início da minha jornada a realiza-la e consegui através de um capital que recebi em um programa da aceleração, fazer a formalização e pedir o registro da marca, que protege e muito o nosso negócio. Na minha opinião, essas são tarefas que devem ser priorizadas.
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formalização jurídica é essencial para garantir credibilidade
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Muito bacana a diferenciação entre as PJs . Esclarece facilmente a quem não entende a diferença.
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Parabéns Vitor ! pega a visão !
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A aula mostrou que a formalização não deve ser vista apenas como uma obrigação, mas como uma estratégia para fortalecer o negócio de impacto. Escolher a estrutura adequada pode abrir caminhos para parcerias, investimentos e maior alcance da transformação desejada.
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A experiência apresentada reforça que a formalização jurídica é uma decisão estratégica para qualquer negócio de impacto. Escolher a estrutura adequada aumenta a credibilidade, facilita o acesso a recursos e cria uma base sólida para que a iniciativa cresça de forma sustentável e amplie seu impacto social.
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O desenvolvimento contínuo de novas habilidades e a capacidade de adaptação são essenciais para nossa evolução como pessoas e para o crescimento da empresa, permitindo enfrentar mudanças, superar desafios e buscar novas oportunidades de forma constante.
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A experiência trazida por Victor Freiberg com o caso Pertence exemplifica com maestria como a inteligência jurídica garante a perenidade e a escala de um projeto de transformação social. A formalização correta — realizada com o suporte técnico de contadores e advogados — elimina o risco da informalidade, protege o patrimônio dos fundadores e estabelece a segurança jurídica indispensável para atrair novos talentos e investidores de impacto, garantindo a sustentabilidade financeira do negócio e a longevidade da missão.
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A aula deixou claro que definir o formato jurídico de uma startup de impacto não é apenas uma etapa burocrática, mas uma decisão estratégica. Essa escolha influencia a forma de gestão, as possibilidades de captação de recursos, a participação em editais e a criação de parcerias. Para o nosso negócio, compreender essas alternativas ajuda a estruturar uma base mais sólida para crescer com responsabilidade, sustentabilidade e capacidade de ampliar o impacto gerado.
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Realmente, não me lembro a ultima vez que estive em contato com uma pessoa com deficiência. Como o Vitor disse, elas estão presentes mas no seu meio familiar. Na maioria das vezes estão escondidas, não se socializam, não tem uma vida com amigos ou são participantes de eventos.
Conhecer o Instituto Pertence e divulgar seu trabalho é uma responsabilidade social para conhecimento de todos e propagação dessa prática com um espécie de corrente do bem. Farei minha parte. -
Excelente aula! O exemplo do Clube Social Pertence e do Instituto Social Pertence deixa clara a importância de escolher uma estrutura jurídica alinhada ao modelo de negócio e aos objetivos do empreendimento, evitando riscos e ampliando o acesso a recursos e parcerias.
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Super importante.
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NOSSA QUE MASSA.
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Isso e muito importante
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eu achei interressantissimo as informações apresentadas
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interessante e atual.
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A aula explica que a formalização jurídica é essencial para dar credibilidade ao negócio de impacto e facilitar o acesso a recursos, editais e parcerias. Também apresenta as diferenças entre negócios com e sem fins lucrativos e destaca a importância de escolher a natureza jurídica adequada para garantir a sustentabilidade e continuidade do empreendimento.

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