Autoconhecimento, Caminhos e Competências Essenciais
Esta aula convida você a uma jornada de autoconhecimento fundamental para todo empreendedor social, explorando seus valores pessoais, competências e o seu “superpoder” único.
Você aprenderá sobre os diversos caminhos do empreendedorismo social: desde negócios que geram impacto positivo e receita, até Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e o intraempreendedorismo social dentro de empresas. A sessão aprofunda as competências essenciais, como o senso de coletividade e o forte propósito de transformação e apresenta uma escala de avaliação da orientação empreendedora social, com dimensões como proatividade, inovação, tomada de risco e mudança social, além da motivação.
Este conteúdo é vital para identificar se você possui a inclinação para o empreendedorismo social, compreender suas próprias aptidões e os variados formatos de atuação. Ele o capacitará a direcionar sua energia para gerar impacto positivo e sustentável no mundo.
Compartilhe suas dúvidas e reflexões nos comentários!
25 respostas a “Capítulo 2.1 | Você Empreendedora ou Empreendedor Social?”
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Que interessante! Com certeza todas as dimensões são relevantes! Adorei a reflexão.
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Para mim, não faz sentido ter um negócio se não for para impactar positivamente no mundo.
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Adorei a reflexão, todos os pontos são muito importantes para o desenvolvimento do nosso conhecimento
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É exatamente isso que buscamos, enquanto OSC, pensamos na necessidade de oportunidades e iniciativas REAIS, para que ocorra uma transformação.
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O senso de coletividade é o que mai snos motiva! ó tima aula!
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Nossos valores pessoais são: acolhimento, verdade, resultados, autoconhecimento, empatia e senso de comunidade. A educação emocional reduz desigualdades e é o primeiro passo para reduzir a violência!! Temos muito orgulho da transformação gerada por nosso projeto 💜
Direcionar nossa proposta para a transformação social não nos assusta, mas sim nos estimula e motiva! -
ótima aula a importância dessa reflexão e fundamental
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Me identifico como empreendedor social, identifico as necessidades sociais e crio projetos e parcerias com impacto social buscando sustentabilidade financeira beneficiando a população. Não tenho medo de dirigir uma associação sem fins lucrativos.
Meu super pode é ser incansável, quando quero alcançar meus objetivos.
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Me identifico como sendo uma pessoa proativa social. Não que não seja em outras dimensões, mas essa é a minha predominante.
Ótima aula!
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Além dos esforços do empreendedor social, é importante pensar soluções inovadoras também.
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Nosso Lema já é :Entramos sós e viramos Nós, a motivação é coletiva assim como os desafios. Temos sim fins lucrativos setor 2.5.
Nossas expertises nos regem, nossas competências movem nossos propósitos principalmente reunindo pontos cegos sociais e minorias fortalecendo nossas iniciativas sociais -
empreender socialmente gerar impacto, para as futuras gerações
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Bem legal a reflexão!
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Para termos um mundo melhor. Faz todo o sentido.
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Hoje faço parte de um coletivo que atua em campos como: cultura, meio ambiente e economia criativa. Tem sido um aprendizado constante, porque vim do meio acadêmico e tava engessado na linguagem de pesquisa, tanto na escrita como na atuação e comunicação, atuar em um negócio social tem aberto portas e criado novos valores pessoais.
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Iniciei a atuação com uma OSC cultural. Se chama Associação Cultural da Paraíba, vocês podem conhecer melhor o trabalho em https://www.instagram.com/acultpb/
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Este capítulo reforça que antes de transformar o mundo é preciso se conhecer. Identificar valores, competências e o “superpoder” pessoal é o que dá clareza para escolher o melhor caminho no empreendedorismo social — seja como negócio de impacto, OSC ou intraempreendedor. Autoconhecimento é a base para gerar impacto positivo e sustentável.
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Ser autêntico, original e interessado em aumentar o próprio conhecimento faz de nós potenciais empreendedores sociais de sucesso.
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É difícil falar sobre si próprio sem parecer autopromoção, mas entendo que este espaço existe justamente para compartilhar um pouco da minha trajetória, dos meus valores e do propósito que me move.
Tenho meus valores baseados no altruísmo, na liberdade e na responsabilidade individual. Acredito que uma sociedade mais forte nasce quando pessoas, empresas e instituições conseguem agir com autonomia, sem depender excessivamente do Estado, especialmente quando muitas decisões públicas parecem caminhar contra os interesses da própria população.
Há alguns anos, pensei seriamente em deixar o Brasil. Sentia-me impotente diante dos problemas sociais, econômicos e estruturais que vivemos no país. Com o tempo, porém, percebi que abandonar o barco não era a resposta. Se eu realmente queria contribuir, precisava encontrar uma forma de ajudar a cuidar dele.
Cheguei a considerar a política como caminho, mas entendi que aquela não era a melhor área para mim. Decidi, então, contribuir por meio da tecnologia, onde enxergo uma oportunidade concreta de gerar impacto.
Ao observar as limitações no acesso à inteligência artificial no Brasil, percebi problemas importantes: custos elevados de soluções em nuvem, dificuldades de adequação à LGPD, dependência de plataformas estrangeiras e perda de controle sobre dados sensíveis. Muitas empresas, escolas, instituições e comunidades simplesmente não têm condições de acessar essas tecnologias de forma segura, acessível e independente.
Foi a partir desse propósito que decidi iniciar a construção de uma plataforma alinhada aos meus princípios: uma solução capaz de ampliar o acesso à inteligência artificial, proteger a privacidade, reduzir dependências externas e fortalecer a autonomia digital de pessoas, organizações e instituições brasileiras.
Para mim, soberania digital não é apenas um conceito técnico. É uma forma de liberdade. Talvez ainda seja um tema pouco discutido, mas acredito que será cada vez mais importante para o futuro do Brasil.
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O conceito de “superpoder” como ponto de partida é interessante — muda a pergunta de “o que o mercado precisa” para “o que eu consigo entregar de único”, o que faz diferença na hora de sustentar um projeto nos momentos difíceis. Gostei também da escala de orientação empreendedora social, especialmente as dimensões de tomada de risco e mudança social lado a lado com motivação — reforça que não basta ter boa ideia, é preciso disposição real para lidar com incerteza. A distinção entre os diferentes caminhos (negócio com receita, OSC, intraempreendedorismo) também ajuda a situar com mais clareza em qual desses formatos uma iniciativa se encaixa melhor, em vez de assumir que só existe um jeito “certo” de empreender socialmente.
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com esta jornada estou descobrindo que eu sou uma empreendedora social. Muito obrigada 🙂
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Essa história de “superpoder” me fez parar pra pensar: a gente vive perguntando o que o mercado quer, mas raramente para pra pensar no que a gente sabe fazer melhor que ninguém. E essa escala com risco, inovação e mudança social lado a lado é bem realista — não adianta ter ideia boa se falta estômago pra lidar com incerteza no meio do caminho.
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Tornar o mundo um lugar mais empático, é a minha missão .
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Sou empreendedora, estou de ser uma empreendedora Social. Cada história contribui para um início.
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Gostei muito da abordagem. Como fundador do Instituto Revive, esse conteúdo reforça ainda mais a importância de alinhar propósito, competências e ação para transformar vidas.

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