Descomplicando as finanças do seu negócio
Neste episódio exploramos a viabilidade econômica e financeira de empreendimentos sociais, distinguindo seus resultados (econômicos via Demonstração de Resultado, financeiros via fluxo de caixa). Abordamos o uso de ferramentas como o Balanço Patrimonial e a DRE para análises, o cálculo de payback do investimento inicial e as fontes de captação de recursos, desde família e amigos até investidores anjo. Finalizamos com a Taxa Interna de Retorno (TIR), essencial para a atratividade a investidores.
Este aprendizado permite a você analisar a sustentabilidade e a saúde financeira de seu projeto. Você terá as ferramentas para planejar o financiamento e tornar seu empreendimento mais atraente para investidores, garantindo seu desenvolvimento a longo prazo.
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30 respostas a “Capítulo 8.2 | Gestão financeira para empreendedores sociais”
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Gerir propósito bem os recursos é cuidar do propósito
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Retificando o comentário anterior: Gerir bem os recursos é cuidar do propósito
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Muito interessante esse episódio, porque mostra de forma prática como avaliar se um negócio social é realmente viável e sustentável. Gostei da explicação da diferença entre resultado econômico e financeiro, e também da importância do balanço patrimonial e da DRE. O ponto sobre captação de recursos e análise do payback foi bem claro e útil. Com certeza é um conteúdo que ajuda a enxergar o empreendimento de forma mais estratégica.
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Essa aula mostra que viabilidade financeira é tão estratégica quanto o propósito do negócio. Ao diferenciar resultados econômicos e financeiros, usar ferramentas como DRE e balanço patrimonial, calcular payback e TIR, o empreendedor social ganha capacidade de planejar, captar recursos e tornar seu projeto atraente para investidores, garantindo sustentabilidade e crescimento de longo prazo.
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A aula mostra que no início do negócio, posso conseguir o investimento com familiares, amigos, recurso próprio ou investidor anjo.
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Uau aprendi vários conceitos, eu se quer conhecia termos como DRE e como ele de fato funciona, em relação a fluxo de caixa eu já conhecia, mas ficava confusa e até hoje não sabia como organizar a informação de maneira correta. Espero que este curso fique disponível por tempo indeterminado, pois quero retornar as aulas novamente para reassistir.
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O curso é bastante completo, esse conteúdo não se encontra de forma tão estruturada em outras acelerações. Parabéns!!!!
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A aula é ótima para entender a viabilidade financeira, mas fico pensando: como a ADE pode calcular payback e TIR considerando que parte do financiamento vem de editais e projetos sociais, e não de investidores tradicionais?
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Esse capítulo mostrou o quanto é importante ir além da operação e olhar para a viabilidade econômica e financeira de forma estruturada. A distinção entre resultados econômicos (DRE) e financeiros (fluxo de caixa) traz clareza para decisões estratégicas.
O uso de indicadores como payback e TIR é fundamental para dar confiança a investidores e parceiros de que o impacto social também pode ser sustentável e escalável. Ferramentas como o Balanço Patrimonial nos lembram que empreender com propósito exige tanto paixão quanto gestão técnica sólida.
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Compreendi que a paixão e o propósito do meu projeto precisam andar de mãos dadas com a saúde financeira. As ferramentas que aprendi me deram a segurança para provar, com dados, que minha iniciativa é um negócio viável e atrativo para investidores.
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A separação entre resultado econômico (DRE) e resultado financeiro (fluxo de caixa) é sutil mas importante — um negócio pode estar “lucrativo” no papel e sem caixa para pagar as contas do mês, e essa distinção evita decisões tomadas com base no indicador errado. A TIR como métrica voltada para atrair investidor também é um lembrete prático: negócio de impacto que busca capital externo precisa falar essa língua financeira, mesmo que o propósito seja social.
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Payback e TIR não são termo que eu usava no dia a dia, mas fazem sentido pra falar com investidor externo, mesmo sendo negócio social.
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Temos de verificar a viabilidade econômica através do fluxo de caixa. Ter um contador irá ajudar na organização. Registrar entradas e saídas para evitar as dificuldades financeiras.
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A gestão financeira é um dos pilares que sustentam qualquer empreendimento de impacto. Gerar transformação social exige propósito, mas também planejamento, controle e capacidade de tomar decisões com base em dados. Ferramentas como fluxo de caixa, DRE e indicadores de viabilidade permitem que o empreendedor compreenda a saúde do negócio e planeje seu crescimento de forma responsável.
Na minha visão, um negócio social só amplia seu impacto quando alcança sustentabilidade financeira. Isso não significa colocar o lucro acima da missão, mas utilizar os recursos de forma inteligente para garantir continuidade, atrair investidores e multiplicar os benefícios gerados para a sociedade. O impacto social se fortalece quando é acompanhado de uma gestão financeira sólida e estratégica.
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Esse curso é muito completo e aborda diferentes áreas de negócio importantes para toda empreendedora.
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Este conteúdo reforçou que impacto socioambiental e sustentabilidade financeira precisam caminhar juntos. Compreender indicadores como fluxo de caixa, DRE, payback e TIR permite avaliar a viabilidade do empreendimento e tomar decisões mais estratégicas para seu crescimento.
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Analisar os caminhos pra captar recursos não é fácil, mas é possível!
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recursos não é fácil, mas é possível
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Não é facil convencer alguem a investir na sua proposta, mas é possivel.
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A principal reflexão foi que boas ideias também precisam de uma estrutura financeira sólida. A viabilidade econômica é o que permite transformar uma proposta de impacto em uma iniciativa duradoura.
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O episódio apresenta conceitos fundamentais para avaliar a viabilidade econômica e financeira de um empreendimento social, demonstrando a importância de ferramentas como a Demonstração de Resultado (DRE), o fluxo de caixa, o Balanço Patrimonial, o payback e a Taxa Interna de Retorno (TIR). O conteúdo evidencia que uma gestão financeira bem estruturada é essencial para garantir a sustentabilidade do negócio, orientar decisões estratégicas e aumentar sua atratividade para investidores. É uma aula prática e relevante para quem busca planejar o crescimento do empreendimento com segurança e responsabilidade financeira.
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A aula deixou claro que um empreendimento de impacto também precisa demonstrar solidez nos números. Entender a diferença entre lucro, geração de caixa e patrimônio ajuda o empreendedor a enxergar melhor a realidade do negócio e tomar decisões com mais segurança. Ferramentas como DRE, balanço patrimonial, payback e TIR permitem avaliar riscos, retorno e capacidade de crescimento. Com essas informações bem organizadas, fica mais fácil estruturar o futuro da iniciativa, buscar investimentos e mostrar que o propósito social pode caminhar junto com uma operação financeiramente saudável.
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Resultado econômico depende de um bom contador
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Excelente conteúdo! Gostei principalmente da importância de diferenciar os resultados econômicos e financeiros e de utilizar ferramentas como DRE, fluxo de caixa e payback para avaliar a sustentabilidade e a viabilidade do negócio.
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A aula me ajudou a entender que impacto também precisa vir acompanhado de saúde financeira. Também achei importante conhecer as possibilidades de captação e entender indicadores. No fim, ficou claro que cuidar dos números não tira o propósito do negócio, pelo contrário, ajuda a garantir que ele consiga continuar gerando impacto.
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Muito importante esse entendimento financeiro. Isso falta demais
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Muitos controles
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boa continuação
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Curso necessário

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