A experiência da Handtalk na prática
Nesta conversa vamos conhecer Carlos Wanderlan da Handtalk, que compartilhou a trajetória de sua empresa de impacto, focada em acessibilidade digital para surdos. Exploramos seus produtos B2B e B2C, e o desafio constante da avaliação de impacto social, destacando a ineficácia da Teoria da Mudança para um negócio dinâmico.
Você aprenderá sobre a complexidade de medir impacto e a importância de métricas dinâmicas em um ambiente de startup. Ganhará insights sobre a resiliência e propósito no empreendedorismo, a busca por investidores alinhados e a comunicação eficaz do impacto para diversos públicos.
Agradecemos muito por sua dedicação nesta jornada de aprendizado!
14 respostas a “Live 12| O prometido é devido…”
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Obrigada
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Mente barulhentas e inquietas, realizam… Fazer esse teste apresentar nossos negócios para as pessoas da maneira mais simplificada e acessível possível. Seja no B2C quanto no B2B U B U N T U
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Gostei da comparação com o mandarim, que deixa claro o tamanho da barreira. É um recurso que realmente abre portas e torna a inclusão prática.
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Parabéns por essa ideia genial, realmente impacta muitas famílias.
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Parabéns!!
Excelente curso. -
Existem tantos problemas no mundo na mesma proporção que existem soluções, basta um olhar humano e um espírito inquieto para materializar as soluções. E o que pude perceber em todas as lives, fortalecendo a fala do Carlos, é que nós vamos aprendendo durante a caminhada, ninguém começa sabendo tudo, as aprendizagens vão acontecendo no decorrer.
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valeu!!!
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A história da Handtalk mostra como é possível aprender enquanto seguimos nosso propósito e, ao mesmo tempo, transformar a vida das pessoas de verdade.
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Essa aula foi incrível! Ver a experiência da Handtalk reforça como a ADE também pode inovar, medir impacto de forma prática e se manter resiliente, garantindo que nossa metodologia chegue cada vez mais longe. 💜
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Obrigado pela oportunidade!
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É o exemplo perfeito para encerrar nossa jornada com a certeza de que a transformação está nas nossas mãos.
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É interessante ver um contraponto real à Teoria da Mudança depois de tantos capítulos construídos em cima dela — reforça que nenhuma ferramenta é definitiva, e que negócios muito dinâmicos podem precisar de métricas mais fluidas do que um modelo fixado no papel. A busca por investidor alinhado também parece um ponto prático pouco discutido até aqui: nem todo capital disponível é capital que entende ou respeita o propósito do negócio

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