Identificação, viabilidade e a mente empreendedora
Esta aula foca na identificação de oportunidades, habilidade crucial ao empreendedor social. Aprenderá seu conceito (ideia lucrativa) e como identificá-las: por necessidades não atendidas ou recursos internos. Você verá os três requisitos (mercado, técnica e econômica), e a importância de informação prévia e perspicácia por meio de das três etapas de reconhecimento: percepção, descoberta e criação.
Essencial para desenvolver capacidade de encontrar e explorar oportunidades que gerem receita e impacto social. Aplicará uma estrutura para transformar percepções em iniciativas viáveis, aprimorando a visão empreendedora na prática.
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18 respostas a “Capítulo 4.1 | Oportunidades de mercado no empreendedorismo social”
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oportunidade empreendedora, ideia , produto ou serviços que podem gerar lucros, gera receitas para manter o négocio, nos apectos dos atendimentos das demandas. o valor a marca e viabilidade de mercado, viabilidade técnic e vibilidade econômica. Um novo négocio com informações prévias, perspicácia e conhecimento.
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Ótima explicação! Mostra de forma simples como é possível unir impacto social e oportunidades de negócio.
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Estamos justamente na fase de avaliar a viabilidade do negócio social. Conteúdo maravilhoso
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Essa aula mostra que o olhar empreendedor nasce da capacidade de identificar oportunidades onde outros só veem problemas. Ao combinar análise de mercado, viabilidade técnica e econômica com sensibilidade social, o empreendedor aprende a transformar percepções em soluções concretas que geram impacto e receita.
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Oportunidade, conseguir identificar e nos conectar tem muito a ver com a forma que conseguimos apresentar os serviços e produtos que podemos oferecer. Entender o. Público alvo, captar informações previamente com esses grupos que observamos ou convivemos.
Ver as viabilidades e alinhar fatores que possibilitem executar com êxito. Ligar os Pontos… -
Realmente observar muito e estar atento ao que pode ser diferente, qual diferença podemos fazer no Mundo é fundamental !
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Acredito que esse é um dos maiores desafios de Empreender, o dinamismo e a constância.
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Um empreendedor social precisa ter um conhecimento prévio, identificar oportunidades de mercado e a viabilidade de desenvolver uma solução que possa trazer lucro.
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Uma das técnicas que já utilizamos para identificar os conceitos abordados na aula é o design thinking. É muito interessante a forma como podemos percorrer as etapas de percepção, descoberta e criação por meio dessa metodologia.
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Precisamos ter essa visão
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Identificar oportunidades é transformar necessidades não atendidas em soluções viáveis que geram impacto social e sustentabilidade financeira.
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Amplo e permanentemente atualizado conhecimento, buscando informações o tempo todo, nos capacita para a prospecção de oportunidades na maioria das vezes invisíveis a quem não valoriza a eterna busca de informação e conhecimento.
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Persistência, resiliência, sapiência são três valores que precisamos cultivar sempre se quisermos aproveitar as oportunidades surgidas ao longo de nossa jornada como empreendedores sociais.
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Estou aqui ouvindo as histórias de empreendedores de impacto e me sentindo inspirado, com vontade de também ter histórias para compartilhar em um futuro próximo. Foi muito agregador conhecer a trajetória da Denise no desenvolvimento da Bruaca. Ficam muitas lições ao escutar quem já trilhou, e ainda trilha, esse caminho.
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Reconheci essa oportunidade observando com atenção o que o mercado oferece hoje e percebendo uma lacuna importante: existe um espaço ainda pouco explorado entre o uso avançado de inteligência artificial e a autonomia real das organizações sobre seus próprios dados, processos e infraestrutura.
Em muitos casos, as pessoas e instituições ainda não percebem plenamente essa necessidade, porque se acostumaram a depender de soluções prontas, centralizadas e hospedadas em nuvem. No entanto, à medida que a inteligência artificial passa a fazer parte de decisões, atendimentos, documentos, análises e rotinas internas, torna-se fundamental discutir quem controla os dados, onde eles são processados, quais custos serão acumulados ao longo do tempo e qual grau de independência tecnológica cada organização possui.
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A distinção entre percepção, descoberta e criação chama atenção — muitas vezes a oportunidade não está simplesmente “esperando para ser vista”, ela precisa ser ativamente construída a partir de sinais ainda dispersos. Também acho relevante o alerta sobre os três requisitos simultâneos (mercado, técnica e econômica): é comum se apaixonar por uma ideia tecnicamente viável e só depois perceber que não existe demanda real disposta a sustentar o negócio, ou o contrário.
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Sempre achei que oportunidade era algo que a gente simplesmente “via” — mas separar em percepção, descoberta e criação mostra que boa parte do trabalho é ativo, não passivo, tem que ir atrás e montar a peça, não só notar que ela existe. E os três requisitos juntos (mercado, técnica, econômica) lembram que ideia legal tecnicamente não é a mesma coisa que ideia que alguém vai pagar pra usar.

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